DESP.9509/2012 - ASSESSORIAS


 


Depois das fusões ou aglomerações dos agrupamentos em mega-agrupamentos é preciso salvaguardar os agrupamentos que agora não o são com uma gestão/direção encapotada de coordenadores e assesores. Claro que este tipo de direção/gestão é feito nas horas não letivas ou para  aqueles que não têm componente letiva e sem qualquer suplemento. Até agora para a gestão destas escolas era preciso um curso de administração escolar mas com este diploma basta não ter componente letiva e já estará apto. Tudo serve para se poupar uns euros.


Curioso é saber como vai atuar este tipo de direção em situação de conflito. Vão ser muitas as escolas que vão estar longe das sedes dos megas e a forma como vão ser geridas pelos diretores e pela gestão intermédia a nivel de coordenadores dos departamentos também é uma incógnita.


O governo através do MEC racionalizou e reduziu a nivel de recursos humanos as escolas de tal forma que estas terão que fazer "omoletes sem ovos" para se conseguirem manter. Manter não é só estar de portas abertas para receber os alunos, é preciso também manter a qualidade do ensino. Para se conseguir o que o MEC conseguiu e como já é sabido serão milhares os professores que ficarão no desemprego.


Acabou hoje, dia 13 de junho, a indicação pelos diretores na plataforma eletrónica da DGAE dos professores sem componente letiva e pelas indicações das escolas o pior cenário vai-se concretizar.


São milhares e milhares de  professores que vão ficar sem componente letiva e não falando nos contratados que ficam no desemprego.

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