Os filhos de Parada de Gonta.
Não podia deixar passar este poema dedicado a Parada de Gonta...É dum filho da terra onde as saudades apertam.
PARADA és como dantes
Paraiso dos que la moram
És Mãe dos teus emigrantes
Filhos que sempre te adoram
Se eu pudesse PARADA
Mandava-te ladrilhar
Com pedras de diamante
Para o teu Povo passar
O Grupo do tacho é sinal
Onde a amizade vale tudo
Tens noticia semanal
De Arte por um Canudo
Aquele abraço do Zé Carrapato
Paraiso dos que la moram
És Mãe dos teus emigrantes
Filhos que sempre te adoram
Se eu pudesse PARADA
Mandava-te ladrilhar
Com pedras de diamante
Para o teu Povo passar
O Grupo do tacho é sinal
Onde a amizade vale tudo
Tens noticia semanal
De Arte por um Canudo
Aquele abraço do Zé Carrapato
Muito Bem, Zé Carrapato.És um filho da terra que sentes cada palavra que escreves. Força com essa veia poetica. Parada de Gonta precisa dos teus poemas.Força que nós gostamos e sentimos orgulho de seres de Parada de Gonta.
ResponderEliminarE para o Zé Carrapato
ResponderEliminarUm dia eu hei-de cantar
Sem fazer grande aparato
Nosso eco há-de soltar.
Da sua terra emigrado
Abrindo o seu coração
Dando ao seu povo honrado
A rima da emoção.
Parada, ninho de vozes,
De poetas e amigos,
Cujas rimas são velozes
No role de bons artigos.
Na "Arte por um Canudo"
Pela mão de Agostinho,
O verso não fica mudo,
Cada vez tem mais carinho.
Um bem-haja para os dois amigos de Parada de Gonta.
Ola Prof. Agostinho!!
ResponderEliminarOlhe, passa-se alguma coisa com o Portal de Parada? E' que eu tento entrar, mas da erro...
Abraco!!!
Viva Dennis..
ResponderEliminarA Junta de freguesia já comunicou (ontem) à empresa através de emal para verificarem o que se passa. Estamos a aguardar resposta. Gr. Abraço Dennis