Na empresa onde trabalho já somos avaliados desde 2001 sob determinados aspectos (comportamentais e técnicos), ferramenta que nos é útil quer na definição de objectivos e seu cumprimento quer no levantamento de necessidades de formação individual... mas isto é apenas uma opinião pessoal! Agora percebo a crispação de todo um sector que está habituado desde há muito tempo a inúmeras regalias e o facto de terem de ser avaliados causa "arrepios"... numa coisa estou de acordo, uma avaliação não se lança a meio de um ano!
Há muito tempo que não tinha o "prazer" de ler um comentário do douto Carlos Tavares. Vejo que continua a emitir opinião sobre assuntos que não conhece... mas hoje compreendo a crispação (os pobres diabos do benfica vão continuando a bater no fundo). Se na sua empresa são avaliados desde 2001, não deve ser uma avaliação muito rigorosa... afinal ainda lá trabalha, apesar do tempo que perde a emitir opiniões sem fundamento, sobre assuntos que não conhece, durante o horário de trabalho... Beijinhos
Viva Carlos Tavares!.. Carlos, os professores nunca disseram que não queriam ser avaliados e embora o governo diga que nunca o foram mas todos sabemos porque o dizem, porque os professores já eram avaliados segundo a legislação existente com um relatório de reflexão critica e tinham que frequentar instituições acreditadas pelo mesmo governo com cursos ou acções de formação aos sábados ou pós-laborais. O que não querem é este modelo burocrático e muito pesado com implicações e ramificações muito subjectivas. Já agora para ficares com uma ideia ficas a saber que a avaliação do Presidente do Conselho Directivo tem 212 itens, a do Coodenador de Departamento tem 100 itens, a do inspector (no caso do coordenador) vai pelo mesmo caminho, mais uma ficha de objectivos individuais por cada professor, mais uma ficha de autoavaliação por cada professor e ainda a observação de aulas. Será que alguma empresa aguentava com tantos itens/indicadores?Quanto tempo não demorariam a preencher todos estes passos? Lá se ia a produtividade..
O mal das escolas ou ensino português é haver muitos doutos que dão opiniões, fazem opiniões, impõem opiniões e pouco entendem do assunto. Outros, aqueles que entendem e estão ao corrente e procuram melhorar muitas vezes aparecem com grandes teorias e com princípios que prefiguram uma escola de qualidade, só que quando o legislador lhes dá força de lei já vêem deturpados e com poucas semelhanças ao principio ou teoria que lhe deu origem. É o caso das avaliações o principio é bom a legislação que lhe deu força de lei é que é má.
O que nos faz Feliz. Coisas simples mas que nos fazem felizes, falo por mim, que sou um pinga saudades. Hoje, dia 12/05, fui até à Escola da Lajeosa do Dão para cumprimentar a turma do 9° ano, que se mantém junta, desde o 5° ano, e foram meus alunos nos 5° e 6° anos. Foi por eles que eu passei na escola devido a um convite que tive deles para a sua festa de finalistas. É o último elo de ligação através dos alunos desta turma à escola, porque a partir daqui separam-se e ou vão para Tondela, Viseu ou Molelos. Sempre mantive uma ótima relação com a turma e quando foi da minha aposentação não esqueço as lágrimas deles na minha despedida de professor. Nesta escola da Lajeosa que estive a lecionar mais de duas décadas também encontrei os funcionários que ao longo dos anos trabalhamos e convivemos no dia a dia. Sempre com amizade e respeito. Quanto aos professores, ainda encontrei alguns do meu tempo e lembramos boas memórias, mas a maioria deles são novos na escola. F...
E o tempo voa O tempo voa, não haja dúvida. Hoje, dia 11 de maio, os meus hobbies favoritos — tratorar, ler e pintar — tiveram de ficar na gaveta. Foram preteridos por outros afazeres que reclamaram o dia inteiro. Sempre defendi que a aposentação deve ser ativa. Não nos podemos sentar no sofá à espera que o tempo passe; como seres sociais, temos deveres que contribuem para uma sociedade mais equilibrada. Hoje o meu contributo foi para a nossa terra. Como membro da comissão de inauguração da ASSODREC, estive reunido para planear o evento. Logo de seguida, seguiu-se outra reunião com a Junta de Freguesia de Parada de Gonta para debater o associativismo na nossa aldeia. Foram reuniões produtivas que ocuparam toda a tarde e só terminaram às 20h. Confesso que foi por pouco que não perdi o futebol! Por falar nisso… ai, o meu Tondela! Esteve quase, mas a esperança mantém-se viva para o último jogo. Fica o registo: a vida de reformado não é feita apenas de hobbies, mas também de cida...
Na empresa onde trabalho já somos avaliados desde 2001 sob determinados aspectos (comportamentais e técnicos), ferramenta que nos é útil quer na definição de objectivos e seu cumprimento quer no levantamento de necessidades de formação individual... mas isto é apenas uma opinião pessoal! Agora percebo a crispação de todo um sector que está habituado desde há muito tempo a inúmeras regalias e o facto de terem de ser avaliados causa "arrepios"... numa coisa estou de acordo, uma avaliação não se lança a meio de um ano!
ResponderEliminarHá muito tempo que não tinha o "prazer" de ler um comentário do douto Carlos Tavares. Vejo que continua a emitir opinião sobre assuntos que não conhece... mas hoje compreendo a crispação (os pobres diabos do benfica vão continuando a bater no fundo). Se na sua empresa são avaliados desde 2001, não deve ser uma avaliação muito rigorosa... afinal ainda lá trabalha, apesar do tempo que perde a emitir opiniões sem fundamento, sobre assuntos que não conhece, durante o horário de trabalho...
ResponderEliminarBeijinhos
Viva Carlos Tavares!..
ResponderEliminarCarlos, os professores nunca disseram que não queriam ser avaliados e embora o governo diga que nunca o foram mas todos sabemos porque o dizem, porque os professores já eram avaliados segundo a legislação existente com um relatório de reflexão critica e tinham que frequentar instituições acreditadas pelo mesmo governo com cursos ou acções de formação aos sábados ou pós-laborais. O que não querem é este modelo burocrático e muito pesado com implicações e ramificações muito subjectivas. Já agora para ficares com uma ideia ficas a saber que a avaliação do Presidente do Conselho Directivo tem 212 itens, a do Coodenador de Departamento tem 100 itens, a do inspector (no caso do coordenador) vai pelo mesmo caminho, mais uma ficha de objectivos individuais por cada professor, mais uma ficha de autoavaliação por cada professor e ainda a observação de aulas. Será que alguma empresa aguentava com tantos itens/indicadores?Quanto tempo não demorariam a preencher todos estes passos? Lá se ia a produtividade..
O mal das escolas ou ensino português é haver muitos doutos que dão opiniões, fazem opiniões, impõem opiniões e pouco entendem do assunto. Outros, aqueles que entendem e estão ao corrente e procuram melhorar muitas vezes aparecem com grandes teorias e com princípios que prefiguram uma escola de qualidade, só que quando o legislador lhes dá força de lei já vêem deturpados e com poucas semelhanças ao principio ou teoria que lhe deu origem. É o caso das avaliações o principio é bom a legislação que lhe deu força de lei é que é má.
ResponderEliminarConcordo com essa visão critica filosofar.
ResponderEliminarO Jorge quando aparece é de descasca. Os Benfiquistas que se cuidem.
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