Pelo direito à escolha!..


Muito se tem argumentado  a  favor ou contra a despenalização do aborto.
Embora todos saibam da complexidade do acto e creio que não é uma decisão fácil de tomar, também  não acredito nesses argumentos (alguns de arrepiar...), que  tentam impingir mudanças de opinião só para mudar a decisão que vai na consciência de cada um. No dia 11 de Fevereiro, a consciência tem as suas razões e  nos dirá o que fazer.. 
Esta questão do referndo ao aborto é um rebate falso, porque sempre os ouve e sempre vai haver.. a questão põe-se, se para estes  se criam condições para os haver em segurança ou continua-se a recorrer à clandestinudade com os perigos que daí advém?
Nunca ouvi dizer que existe algum prazer em fazer um aborto!..pelo menos é o que todas as mulheres dizem. Então porque se deve condenar alguém que além de sofrer ainda vai ter a humilhação pública ao ser condenada? Não percebo nem entendo o porquê desta lei sem qualquer nexo...
Por mim, quero que todas as mulheres sejam livres de optarem segundo o que diz a sua consciência.

Comentários

  1. Uma visita para colocar a leitura em ordem. O blog ALVITO-BAIXO ALENTEJO está actualizadp e aguarda a visita dos amigos. Abraço

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  2. Liberdade, quem não a quer santos? Pelo menos o direito a optar..Abraço

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  3. Já passei e vi as excelentes fotos Lumife. Aconselho ..Abraço

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  4. Passei por aqui vinda do blog da Leonor. E gostei. Voltarei.
    Beijinhos

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  5. Aparece sempre que quiseres blugaridades.Abraço

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  6. Isto é um tema que dá para aquecer um debate em dois tempos. A mim faz-me todo o sentido despenalizar. A lei actual sabemos que não corresponde à norma da sociedade, i.e. as pessoas não denunciam e os juiízes não condenam.

    Gostei particularmente dos argumentos do Prof. Vital Moreira no prós e contras na RTP.

    p.s. Por acaso recebi hoje mesmo a carta da CMT a avisar para estar presente na mesa de voto.

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  7. Pois acho Filipe que faz todo o sentido despenalizar, porque quem o faz já sofre com isso. Não acredito que haja alguém que tem gosto ou prazer em fazer um aborto. Quando alguém o faz foi porque alguma coisa correu mal e a partir daí estão reunidas as condições para ser alguém que muito dicilmente vai ser amado. O sim não implica "os do não" enquanto os do não tem implicações com "os do sim". Ninguém é obrigado a abortar enquanto abortar pode ser só clandestinamente.Abraço

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  8. tens toda a razão, é isso mesmo!!
    Nem sei porque se discute tanto e tão publicamente um problema e uma decisão que é do foro intimo de cada um!!

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  9. Como costumo dizer nos outros comentários Saltapocinhas "O Sim não obriga ninguém a agir contra sua consciência. O Não obriga a que se façam na clandestinidade.Prefiro que deixem optar quem queira.Bjs

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  10. O acto mais democrático em torno do referendo de 11 de Fevereiro é votar no Sim. Como se diz neste post o Sim não obriga ninguém a ir contra a sua consciência. O Não, obriga a que as mulheres sejam humilhadas nos tribunais.

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  11. SIM
    http://bioterra.blogspot.com/2007/01/o-ano-da-modernidade-em-portugal.html
    E espero que te inspires nas Artes da Natureza.
    Bem vindo ao BioTerra (tem quase tres anos!!)

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  12. Já passei pelo blog João Soares e vi a riqueza que contém na divulgação para preservar o ambiente e nos apelos ao homem para mudar seus hábitos..Um abraço

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  13. Pelo SIM. As mulheres têm o direito a optar.

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  14. Panpanisca, quantos mais melhor.Esperemos que ganhe a opção que dá à mulher o direito de escolher. Abraço

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  15. E depois também há a questão que ouço do "Não" que separa a mulher do feto e tenta equilibrar os direitos de um contra o outro, penalizando a mulher que aborta.

    Acho essa perspectiva errada, porque são duas entidades fisicamente inseparáveis até ao nascimento. Pensar que estamos a proteger o feto penalizando a mulher, por mais bem intencionado que seja, é uma 'solução' simplista que acaba por prejudicar os dois. Prefiro que o aborto seja seguro, legal e raro do que inseguro, criminalizado, e clandestino.

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  16. Filipe, por descargo de consciência eu voto no sim, porque prefiro que as mulheres tenham o direito de optar. Eu com o meu voto dou-lhes o direito de optar e não vou criminalizar ninguém.Não se pode ser julgado por algo que já é psicológicamente muito doloroso.Abraço

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  17. Este é um daqueles temas que mexe comigo só pelo simples facto de a Igreja (leia-se bispos, padres, irmãs,beatas...) se meter já que parece que eles vivem num mundo virtual. Dizes bem, Agostinho... CONSCIÊNCIA. No meu Voz ainda não coloquei artigo, apesar de já andar em cozedura no forno mental (estes temas fervem mesmo comigo)...talvez coloque algo que fiz em 1998 (o acaso me fez encontrar em "disquete") e que fala SIM nessa questão da CONSCIÊNCIA de cada um (não só da mulher,já que esta questão envolve o casal, salvaguardando-se as devidas excepções)...
    ... ah... ontem matei umas saudadezitas e telefonei... perguntei se no Domingo iria votar
    SIM, vou.
    Fazes bem, respondi.
    Aquele abraço

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  18. É o que farei Seven.Não deixo que outros decidam por mim.A minha posição é conhecida e se o SIM não vencer pelo menos fico de consciência tranquila e ninguém me pode acusar que não tentei mudar essa lei que considero não ser de países desenvolvidos.Um abraço

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