Carta ao Pai Natal (3)
Todos os candidatos têm um pedido.
Pai natal quando voares nos céus da minha Pátria
Quando aterrares as renas nas planícies do meu País
Lembra-te desta carta, pedido singelo
De um homem que só para a Pátria pede Para si
Nada quis.
Se o nevoeiro que levou D. Sebastião
Te fizer perder o rumo e baralhar o norte
Segue o cheiro a verde pinho
Ouve a minha trova no vento que passa
E chegarás às chaminés do meu país
Pátria desafortunada. Sem euros. Má sorte.
Numa das chaminés de Lisboa
Sentirás o odor e verás o fumo negro da traição
Que o teu trenó sobre ela paire
Que sobre a chaminé de Soares a tua rena pare
E solte bosta. Um imponente cag
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Assinado: Manuel Alegre
Enviado por email.
Confesso que prefiro as cartinhas que tenho no meu blog :) e já agora...votaste? fizeste a tua escolha? Passa por lá e deixa a tua preferência. Beijinhos e um excelente domingo :)angelis
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Um poema satirico muito interessante, se bem que rima á Manuel Alegre e em estilo Bocage. GosteiAlma de Poeta
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Este é muito altruísta, só pede para os outros...sonia
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(mailto:sonia@sapo.pt)
Já votei Ângela e por duas vezes.Votei em todas da primeira vez e como não foi válida essa votação, pelo menos fugi às regras, tive que optar por uma na segunda votação.BjsAgostinho
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