O que é isto?
Foto na ponte sobre o rio Pavia
Nem sempre se pode dizer bem de Parada de Gonta...
Acontece que estamos no século XXI mas para alguns ainda continuamos na era das trevas mais propriamente na época negra da Idade Média, altura que para tudo se fazia umas mixórdias para pedir ou fazer com que algo acontecesse. Aproveitaram-se depois outros para fazer a triste história da Inquisição e a caça às bruxas.
Fui alertado e enviaram-me fotos de um acontecimento que julgava já não ser possível. Na ponte sobre o Rio Pavia e para quem passa de Parada de Gonta para Silgueiros ou vice-versa, exactamente ao meio por cima do muro que serve de guarda a peões e a automobilistas na noite de quarta-feira para quinta-feira, pelas 23.30 horas, estava um prato de barro cheio de carne ainda crua mas temperada e com rodelas de cebola, 4 latas com cerveja prontas a ser bebidas, 4 charutos, 4 velas e uma caixa de fósforos.
Parece que pregou um susto a alguém que demorou a recompor-se e é compreensível. Opssss!..
Qual seria a intenção de tal acto?
Isso devia ser obra de alguma pessoa que sabia que ia passar por essa ponte, alguém que esta no fundo de desemprego,e que as ultimas semanas do mês são catrastoficas.As velas de certeza que eram para alguém que não pode pagar a EDP e os charutos?.Ja viram o preço do tabaco?.Quanto a cerveja que pena eu não ter passado por là.Se ela estivesse fresquinha!!!!!!.
ResponderEliminarO fanatismo é tanto que ha pessoas que são capazes de tudo.Antigamente diziam que o Entroncamento era a terra dos fenomenos porque la havia galinhas com três pernas,agora parece que Parada està a roubar-lhe o lugar.
Um abraço do sempre amigo Zé Carrapato
No meu comentario deve ler-se catastroficas
ResponderEliminarPorra esqueci-me dos fosforos.
ResponderEliminardeviam servir para atear o fogo ao rio.
Julguei que estas cenas eram dos filmes e pertenciam só à história Zé Carrapato. Mais vale como dizes levar isto a brincar e até eu te faria companhia a beber uma cervejita.E por cima um charuto já não era mau.Um abraço.
ResponderEliminarcruzes
ResponderEliminarcredo
canhoto
Excelente post Agostinho.
ResponderEliminarIsto entristece-me mas não me surpreende minimamente. Nem tenho qualquer curiosidade em relação aos motivos ou intenções destas «experiências», pois são obviamente inúteis e ridículas. Não me surpreende porque estou ciente de que vivemos num mundo em que uma quantidade espantoso de fieis, crêem que a sua vocação divina é fazerem-se explodir numa praça cheio de pessoas, ou que crêem que a contracção do HIV por um Africano é um mal menor face ao uso de um preservativo. Eu até vou mais longe e digo mesmo que o que distingue uma religião de uma «seita», é que à última falta o que a primeira tem: Poder político.
Felizmente um valor secular que herdamos do século das luzes e que todos usufruímos no ocidente, é de as pessoas serem livres de acreditarem naquilo que quiserem, enquanto todas essas mesmas crenças podem e devem ser sujeitas ao espírito crítico inato que todos temos mas que alguns recalcam e chamam «fé».
Pessoalmente anseio por uma era de civilização em que consigamos emancipar e libertar as nossas mentes das superstições, das abracadabras e da dita «sabedoria divina» da idade do ferro.
Ainda existem pessoas com essas crenças? Mais vale cortar o mal pela raiz e não deixá-los proliferar porque podem se tornar perigosos. O fanatismo é o mal das sociedades e já temos casos visíveis no mundo para nos acautelarmos.
ResponderEliminarParece que estamos em vilar de perdizes grilinha. Só falta o abracadabra. Bjs
ResponderEliminarTambém acredito Filipe que o século das luzes tenha deixado para trás essa era mais negra duma época em que as abracadabras é que ditavam as leis e até o poder politico se apoiava nelas para fazer e impor a sua vontade. Mas parece também que apesar de negra e dos males que penalizou toda uma sociedade ainda existem aqueles que se alimentam dos enigmas espirituais e acreditam que podem impor a sua vontade fazendo mal aos que não gostam. Neste contexto ainda hoje soube de mais uma que até arrepia.São pessoas que julgam que o mal dos outros é o seu proveito.Um abraço
ResponderEliminarAcredito que o fanatismo é o maior inimigo duma sociedade. Mas esta seita se o é... e até considerá-la um perigo para a sociedade, parece-me um exagero.
ResponderEliminarPor aqui chama-se "trabalho" e mesmo na auto-intitulada "maior cidade da América Latina (talvez queiram dizer da Am. do Sul, mas que fazer?)" é costume encontrar "trabalhos", não tão "completos" diga-se em abono da verdade..
ResponderEliminarAquele abraço
A intenção parece ser a mesma em todo o lado Seven. Um abraço
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