Flores de Aldeia - Tomás Ribeiro
Flores de Aldeia (........)
Que fresca aldeia formosa
na margem do meu Pavia!
tão branca, tão buliçosa,
tão sussurrante e donosa
no seu copado arvoredo,
como festiva fogaça,
num dia de romaria,
toda vestida de cassa;
com lenço de seda verde
no airoso colo abraçado,
e um íris de mil matizes
na breve cinta apertado;
e no peito, e no cabelo,
o mais completo jardim!
Não achais o quadro belo?
Pois bem, a aldeia era assim. (........) Tomás Ribeiro
Tomás Ribeiro, poeta e político (1831 a 1901), nascido em Parada de Gonta, no seu livro D. Jaime contava assim como era a sua terra.
O G.C.R. Os Amigos de Parada de Gonta pelo centenário da sua morte, fizeram nova edição do livro D. Jaime e estão actualmente a referenciar com novo projecto Na Rota do Poeta terras onde consta o seu nome.
Bonito o poema. O livro também é muito bom. Já o li e gostei muito.Loio
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(mailto:)
Também já o li Loio. Gostei da maneira fácil como Tomás Ribeiro naquele tempo transmitia os seus sentimentos.Obrigado pela visita.Agostinho
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(mailto:ag_silva@hotmail.com)
Muito curioso este levantamento das referências a Tomás Ribeiro. Belissimo o poema.
ResponderEliminarjonas
(http://santaterrinha.blogs.sapo.pt)
(mailto:santaterrinha@mail.pt)
Obrigado jonas. As referêencias a Tomás Ribeiro fazem parte de um projecto actualmente em curso da Associação Cultural e Recreativa "Os Amigos de Parada de Gonta" donde Tomás Ribeiro é natural.Volta sempre que eu estou atento à Santa Terrinha.Agostinho
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(mailto:ag_silva@hotmail.com)
SOU UM GRANDE ADMIRADOR DELE E DOS SEUS VERSOS. DUM LIRISMO IMPAR QUE ME FAZ SENTIR QUALQUER COISA NA ALMA
ResponderEliminarEM FIM MARAVILHOSO